gurruchaga

Por Buenos Aires: Ay Not Dead

30 de março 2011

Continuando o tour de bacanices por Buenos Aires, e também passeando pela calle Gurruchaga, encontramos a Ay Not Dead, outra marca “de diseñadores” de lá.

Por Buenos Aires: Ay Not Dead (fashionize-se)

Eles tem outras lojas espalhadas pela capital argentina, mas só conheci a da Gurruchaga mesmo. Com uma estética meio “fábrica”, meio “grunge“, o interior da loja era todo com concreto e tubulações aparentes, e a música boa era permanente, o que garantia todo um clima bacana pra loja.

por Buenos Aires: Ay Not Dead - Lojas (fashionize-se)

Contanto com linhas masculinas e femininas, o estilo das suas peças segue bem essa vibe meio roqueira impressa nas lojas físicas, o que eu nem preciso dizer, super me conquistou.

Eles também tinham o seu modelo de casaco de oncinha, que a gente já cobiçava desde o ano passado, mas de novo ainda era muito além do meu pobre bolso de viajante. Haha

por Buenos Aires: Ay Not Dead - lookbook (fashionize-se)

Na Ay Not Dead tem coisas incríveis, e foi lá que comprei a minha tão querida (e procurada!) saia plissada. Tá certo que o tecido da saia que eu comprei não era de couro como o planejado, e sim de uma mistura de poliéster com nem sei o que, mas também o preço foi bem mais amigo do que se eu tivesse seguido a meta original. A única saia plissada em couro que encontrei custava $799 pesos – ou $399 reais – e essa aí da Ay Not Dead me custou míseros $320 pesos. Digo míseros se comparados ao preço inicial (que eu relutante, me neguei a pagar), porque mesmo os $320 pesos são cerca de $150 reais, o que não é super barato, mas já bem melhor que os $400, não é mesmo?

por Buenos Aires: Ay Not Dead - minha saia! (fashionize-se)
camiseta podrinha de bolso Complot, saia plissada Ay Not Dead, sandália Bottero e pulseira Nina Piu.

Juro que tentei fazer uma única seleção das coisas ótimas que tinham no lookbook deles, mas não consegui. A montagenzinha ia ficar gigante e ia acabar perdendo o foco, então separei em dois distintos: o feminino e o masculino.

por Buenos Aires: Ay Not Dead - lookbook feminino (fashionize-se)

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O lookbook masculino deles não contava com tantas opções quanto o feminino, mas as peças eram igualmente ótimas.

por Buenos Aires: Ay Not Dead - lookbook masculino (fashionize-se)

Já pode comprar uma calça vermelha pro namorado? E a camiseta do Jesus?

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E tá,  não adianta, quando eu me empolgo com alguma coisa, sempre sai post longo. Malzae :)

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Contatos:
site oficial: www.aynotdead.com.ar
facebook: /aynotdead

Por Buenos Aires: dicas gerais & minhas compras

22 de março 2011

Senta que o post é longo! :)

Pra quem ainda não sabia e/ou não me segue no twitter (segue aí! @amandaerre), eu estive de férias em Buenos Aires, na Argentina, e voltei semana passada. Depois de um tempinho de descanso (pior que tirar férias cansa, néam?) e de organizar a mente e a casa, eu resolvi fazer um post aqui com as minhas dicas de compras na cidade dos hermanos.

Buenos Aires é linda, e tem muita coisa legal em se tratando de estilo e compras bacanas, mas engana-se quem acha que lá tudo é jesus barato. Tá certo que a cotação do peso argentino tá ótima pra gente ($1,00 real equivale a cerca de $2,40 pesos), o que faz com que nosso dinheiro realmente renda mais por aquelas bandas, mas a maioria dos lugares aumenta seus preços proporcionalmente para a realidade da moeda. A Zara de lá, por exemplo, pratica os mesmos valores da Zara aqui, ou seja, roupa de $399 reais aqui custava $799 pesos argentinos por lá. Ainda assim, dá pra encontrar muita coisa diferente e que vale a pena investir. Aqui vão as minhas apostas:

minhas compras: buenos aires (fashionize-se)

Já vou avisando de antemão, esse é um post bem pessoal e estou mostrando o que eu comprei, o que eu achei legal e o que eu acho que vale a pena conhecer. Dito isso, divido minhas compras em duas categorias: roupas e acessórios, e maquiagens e cremes. Então simbora!

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Roupas e Acessórios

Uma das ruas mais legais é a Gurruchaga, que cruza a avenida Córdoba (que é onde ficam os grandes outlets como nike, adidas e cia ltda. – quem me conhece sabe que não sou muito dessas marcas, nem curto o visual mais esportivinho, mas pra quem gosta, ali é o canal). Voltando a Gurruchaga, é por lá que ficam as lojas que eu considero as mais bacanas da cidade. São lojas de designers de lá mesmo, como Ay Not Dead, Complot e outros, que muitas vezes não encontramos nos shoppings da cidade, então vale muito conhecer.

Eu já havia me preparado para o fato de que possivelmente iria encontrar muita muita coisa que eu iria querer comprar, mas como a conta bancária e a carteira nem sempre ajudam, o que eu fiz foi montar uma listinha das coisas que eu mais queria, e isso ajudou a me manter na linha e não cair em tentação com qualquer coisa que eu visse. haha. A lista era composta de: um blusão grandão cinza, alguma coisa de oncinha (viciei. inevitável.), um short de couro, uma saia de couro preta plissada, pulseiras em geral e uma bolsinha pequena do tipo “box” em marrom. Por incrível que pareça, eu consegui comprar tudo o que eu queria, e sem gastar uma fortuna inenarrável. É lógico que algumas adaptações foram feitas, como o blusão cinza grandão se tornar um blusão cinza grandão DE ONCINHA, e a saia de couro plissada se tornar apenas uma saia plissada, mas no geral acho que me comportei muitíssimo bem. O cartão (e o namorado!) agradecem. ;)

Complot, Ay Not Dead, Maru Guerberg, Nina Piu

Complot: 1. echarpe de oncinha. 2. camiseta de malha podrinha do Devendra Banhart. 3. camiseta de malha podrinha com bolso. 4. vestido de manga bufante liberty. 5. blusão de oncinha. Ay Not Dead: saia plissada e preta. Maru Guerberg: short de couro marrom. Nina Piu: 1. bolsa pequena box marrom. 2. conjuntinho de pulseiras de metal. 3. pulseira de oncinha. 4. pulseira ajustada de oncinha. 5. pulseira de couro de voltas e rebites.

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Maquiagens e cremes

Minha maior curiosidade em relação a maquiagens na Argentina era a Regina Cosméticos, marca de lá que eu já tinha lido um monte a respeito, e que realmente vale a pena conhecer. Não é tudo super barato, mas são produtos de ótima qualidade e a preços bem justos, incluindo a sombra preta-mais-preta-que-eu-já-vi, por coisa de 30 pesos. A VZ Store é outra loja que me esbaldei, com creminhos e óleos para banho, tudo a preços muy dignos.

Outra coisa que vale a pena conferir quando estiver na cidade é a rede de farmácias Farmacity. Tem lojas enormes, com uma ótima variedade de produtos, e pelo menos quando eu estive por lá, estavam rolando altas promoções de “2 por 1″ de diversas coisas. Comprei os famosos “creme nívea” por $10 pesos, e na promoção 2 por 1, cada um ficava $5 pesos! Acreditam nisso? quase todas as coisas da nívea eram o mesmo preço do Brasil, mas em pesos! Daí tudo ficava “pela metade do preço” se fizéssemos a conversão ali na hora. Muito bom!

Já a MAC, marca ótima de cosméticos, não valia tanto a pena investir. Apesar de ter algumas lojas espalhadas pela cidade (eu vi três, não sei se tem mais), os preços lá são os mesmos ou até mais caros que os aqui do Brasil. Um batom custava cerca de $140 pesos, a base studio fix, mais de $240 pesos, dividindo esse valor por 2 (média de câmbio que as lojas faziam), tu percebia que era quase a mesma coisa. Ainda assim, no shopping Galerias Pacífico tem uma loja MAC Pro, onde encontramos todo o tipo de produtos que não tem nas lojas normais, e dai sim vale a compra (comprei um batom Fleshpot que esqueci de fotografar). Agora, se sua cidade já conta com uma MAC no Brasil, acho que dá para passar reto.

Por fim, o free shop. Demos azar de pegar uma fila gigante da imigração lá na Argentina, e daí tinhamos só uns 15 minutos para fazer as compras antes de sair correndo para o avião. Chegamos a conclusão de que não valia a pena fazer tudo correndo, ainda mais porque estávamos no aeroparque Jorge Newberry, e não no aeroporto Ezeiza (que é o grandão!), então até mesmo o nosso free shop era pequeninho e sem tanta variedade. De volta ao Brasil e com tempo que quiséssemos para fazer compras, percebemos uma triste realidade, o Duty Free do aeroporto de Porto Alegre é ainda menor que o do Jorge Newberry, e muito (muito!) mais caro. Resultado: poucas compras. Se tenho alguma dica para dar em relação aos free shops é: compre o que puder no exterior se seu destino final é POA.

Regina Cosméticos, VZ Store, Farmacity, Duty Free

Regina Cosméticos: 1. batom roxo nº 25. 2. batom rosa nº 08. 3. sombra compacta verde metalizada nº 65. 4. sombra compacta azul metalizada nº40. 5. sombra compacta mate preta mais preta do mundo nº 35. 6. sombra compacta dourada metalizada nº 59.  7. lápis de olhos cinza (ganhei de brinde!). 8. pincél retrátil para lábios. VZ Store: 1. creme de mãos manos a la vista! 2. espuma de banho Yoga. 3. exfoliante de pés energizing foot scrub. 4. exfoliante de corpo almond and vanilla. 5. creme para o corpo body souffle de pêra com pepino. Farmacity: 1. exfoliante corporal de pêssego St Ives. 2. creme corporal St. Ives. 3. melhor pasta de dentes do mundo. Aquafresh muito maluca. 4. condicionador TRESemmés queda control. 5. shampoo TRESemés queda control. 6. lenços umedecidos Nivea para tirar maquiagem. 7. quarteto maybelline na cor 22 – chai latte. 8. máscara para cílios Great Lash BIG da maybelline. 9. creme nivea 2 por 1.  Duty Free: 1. Condicionador Victoria’s Secret So Sexy Volume. 2. Shampoo Victoria’s Secret So Sexy Volume. 3. creme para o corpo L’Occitane. 4. creme para as mãos L’Occitane. 5. máscara para cílios L’oreal Double Extension 6. máscara para cílios Revlon Double Twist. 7. máscara para cílios Lancome Hypnôse Drama.

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Eu ainda queria (e continuo querendo) uma jaqueta de couro do tipo biker em conhaque (um marrom escurão puxado para o vermelho), uma camisa clássica branca e uma calça carrot azul marinho, mas essas eu não encontrei pela viagem (ou as que encontrei estavam com preços altíssimos que não eram impraticáveis), o que me fez ficar feliz com minhas escolhas. Quem sabe daqui uns meses, quando as contas se regularem novamente, eu volte a pensar nelas. Rsrs.

Então taí! Tudo o que eu comprei durante a viagem, o que acho que vale a pena investir e o que é melhor deixar pra comprar pelo Brasil mesmo.

Pensei em falar separadinho de cada uma das marcas que eu conheci, mas acho que isso sim daria um post gigaaante e eu perderia o foco que era mostrar as coisas que eu comprei, então prometo que vou fazer um postzinho especial para cada uma delas ao longo da semana. Que tal? :)

E aí? O que vocês acharam?

Fotos: Amanda Reche

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